Começa com uma simples frase De uma pequena ideia sem peso Que se perde no cérebro Em silêncio adormece complexa Porem um dia nos da um choque Desperta impaciente e absurda Surgindo maior e mais forte Nos força a escrever Discorre pelas mãos tremulas Desinformada do que transmitir Inconstante revela-se no á pouco branco Apenas desconexos ideológicos Talvez ilógicos (mecânico como um braço programado) Mas quando volta ao coração É que toma vida, filtrado pela emoção Quase organizado, tentando seguir uma métrica Consolida-se em poema DAnilo -ato-
Escrito por auto-mutilacao às 01h16
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